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Valentine's Week - Casais

E chegamos ao último post da Valentine's Week.

Eu não sei vocês, mas eu adoro os casais formados em livros e filmes, mas especialmente em séries. Eu torço, choro e me derreto com vários casais fictícios. Por isso, resolvi compartilhar meus casais favoritos de todos os tempos. Shall we?


Chuck e Sarah

Ok, ok. Sou suspeita. Mas não existe casal nesse universo de séries que eu tenha torcido mais se acertarem. Chuck é minha série favorita e tenho certeza que a história dos dois teve influência. Chuck é o cara mais fofo, mais sincero e mais engraçado que eu já vi amor da minha vida enquanto Sarah é toda misteriosa e fechada, mas demonstra com as pequenas ações o quanto ela se importa com sua missão. Então, esses dois não poderiam faltar na minha lista.

Aria e Ezra

Quando eu tiver um professor desses para me dar aula, me acordem. E a fofura dele com a Aria em Pretty Little Liars é sem limite. Eles enfrentaram muita coisa para chegar até aqui e eu acho difícil que eles se separem. Desde o primeiro episódio eu torci por ele e me diverti com todas as situações embaraçosas que ocorreram -e que já eram de se esperar, se você namora seu professor escondido de todo mundo-. Todas as confusões e mal entendidos foram hilárias; mas também chorei quando a barra pesava e não tínhamos certeza do que viria em seguida. Mesmo assim, eu confio muito na união deles. Então, esse casal também tem lugar garantido na minha lista.

Spencer e Toby

Fale o que quiser, mas não fale mal de Spoby (Spencer + Toby, para os desavisados). Não me interessa o rumo que a história tomou, não me interessa se eles vão ficar juntos ou não, não me interessa se o Wren tem sotaque britânico: Toby sempre vai ser meu favorito. Por mais que ele me assustasse no começo de Pretty Little Liars e eu não esperasse o envolvimento dele com a Spencer, fiquei muito feliz quando aconteceu. Simplesmente pareceu certo.

Catherine e Vincent

Certo, eles não são um exatamente um casal ainda. Ainda. E por mais que eu goste do legista com sotaque britânico, nada se compara ao quanto eu gosto do Vincent em Beauty and the Beast. Não importa o quanto ele possa ser tapado e não enxergar o que está bem ali, nem ligo se ele está sofrendo mutações. O importante é que eles tem que ficar juntos nessa releitura de um clássico que ~~ninguém~~ consegue adivinhar qual é.

Caroline e Klaus

Bem, estava faltando um bad boy aqui, certo? Por isso trago Klaus e sua pseudo-união com Caroline em The Vampire Diaries. Estava conversando com uma amiga e me perguntando o que a Caroline ainda faz com o Tyler e concordamos que ele está se esforçando em empurrá-la para o Klaus lindo-original-híbrido. A relação deles é bem tensa, com momentos de demonstração de afeto seguidas por explosões de raiva. Mas assim é o amor. E eu torço muito, muito, muito para que eles fiquem juntos porque o jeitinho que se olham,ahn, que fofura.



E assim, é com muito orgulho que eu declaro encerrada essa semana toda cheia de corações e troca de carinhos. Vejo vocês em breve, muito em breve, mas posso passar um tempo sem postar porque estou organizando minha vida para me mudar e começar a faculdade. AEEEEEEE *-*

Um Ano Sem Chuck

Sabe quando, de repente, você olha para trás e percebe que os dias passaram, você nem se deu conta e quando olhou para o calendário acabou percebendo: Há um ano, Chuck se despedia das telas das TV's.

Antes que perguntem, não, não é do boneco assassino que eu estou falando. Chuck foi uma série de televisão exibida pela NBC que contou com cinco temporadas -e o último episódio foi ao ar no dia 27 de janeiro de 2012-, muito personagens marcantes, muitas risadas e uma dor muito grande quando foi embora.


Tudo tem início quando Chuck Bartowski, um típico nerd de Burbank recebe um e-mail estranho no seu aniversário: Depois de anos seu ex-melhor amigo -que tinha feito com que ele fosse expulso da universidade- manda para Chuck uma série de dados ultra secretos e criptografados que, quando o e-mail é aberto, passam todos para o cérebro deste e ali ficam inativas, até que algum estímulo dispare um flash.
Esse conjunto de dados, denominado Intersect, é valiosíssimo para os EUA e, por isso, Chuck passa a ser supervisionado por dois espiões: Sarah Walker, agente da CIA e John Casey, agente da NSA. Os três juntos partem em missões perigosas e super divertidas através do mundo.

Claro que isso é um pequeno resumo da primeira temporada e que há severas transformações em todos os personagens da história. Pode ser, que a princípio, a série não pareça nada de mais, só um tipo clássico de história sobre espionagem e prisão dos bad guys mas desde o primeiro episódio a série me ganhou de uma tal maneira que me sinto muito órfã sem novos episódios.

Lógico que o clichê mais óbvio e mais lindo de todos esta presente aqui: Chuck se apaixona por Sarah e leva muito tempo até que ela finalmente assuma o quanto gosta dele também. Preciso confessar que eu nunca torci tanto para um casal fictício acabar junto como eu fiz com eles.


Mas não são só os dois que fazem da série algo tão importante a ponto de nos deixar com saudades. A grande maioria dos personagens é encantadora, divertida e unida. Claro que tem aqueles seres horríveis e detestáveis que só servem para atrapalhar e me fazer chorar, mas mesmo eles dão energia e movimento à série e são indispensáveis. Afinal, quem é que eles iriam espionar se todos fossem puros e castos?
Morgan, Casey, Capitan Awnsome, Ellie, General Beckman, Alex, Mr. e Mrs. Bartowski foram todos essenciais e acabaram me cativando, com todos seus defeitos e poréns.


Me lembro o quanto eu chorava assistindo alguns episódios, especialmente os três últimos, tanto por serem histórias mais tristes como por saber que estava no fim. Após um ano, Chuck ainda tem muitos fãs espalhados por aí, torcendo por um filme ou que, milagrosamente, gravem uma sexta temporada. Enquanto isso, revemos os episódios antigos, rimos e choramos revivendo essas emoções. (Isso é uma dica para quem convive mais de perto comigo: os boxes de todas as temporadas seriam um ótimo presente, viu? Nem precisa ser por uma data especial não ;))

Pode parecer anormal amar tanto uma série, mas nem minhas séries preferidas atuais mexeram tanto comigo como essa fez. Se um livro pode fazer isso, por que não outro tipo de estímulo? Eu só tenho uma palavra para toda essa história: